Tenho trabalhado na análise que a menina que desespera por um colo, que marcou a pele por tantos anos como se gritasse ali que a protegessem de si mesma, regride até o desamparo infantil e por isso fica tão assustada. Não tem nada pior que esse desamparo, essa sensação de que sem o outro não me alimento, não me limpo, nem saio do lugar, igual um bebê com as pernas balançando e o peito cansado de chorar. E ainda não tenho fórmula mágica, tenho me guiado pela perspectiva que algo vai preencher o desamparo, em algum momento, que tem algo lá fora
você entendeu exatamente o que eu quis dizer. obrigada por ler com esse cuidado. é difícil colocar em palavras o que dói desde tão cedo. também me agarro à ideia de que, em algum momento, algo vai preencher esse desamparo. sinto que escrever aqui, receber comentários de quem me entende, é uma prova de que existe algo lá fora.
Tenho trabalhado na análise que a menina que desespera por um colo, que marcou a pele por tantos anos como se gritasse ali que a protegessem de si mesma, regride até o desamparo infantil e por isso fica tão assustada. Não tem nada pior que esse desamparo, essa sensação de que sem o outro não me alimento, não me limpo, nem saio do lugar, igual um bebê com as pernas balançando e o peito cansado de chorar. E ainda não tenho fórmula mágica, tenho me guiado pela perspectiva que algo vai preencher o desamparo, em algum momento, que tem algo lá fora
você entendeu exatamente o que eu quis dizer. obrigada por ler com esse cuidado. é difícil colocar em palavras o que dói desde tão cedo. também me agarro à ideia de que, em algum momento, algo vai preencher esse desamparo. sinto que escrever aqui, receber comentários de quem me entende, é uma prova de que existe algo lá fora.